Espelhos e enigmas


Um dia de chuva

Hum... Dia frio, chuvoso, do tipo q ñ tem hora para parar. Tempinho convidativo para estar em boa companhia, ainda mais se aproximando do dia dos namorados e, nem adianta dizer q é uma data meramente comercial, pode até ser, mais q já incorporamos ao nosso calendário, marcado como uma data especial. E de fato é, claro q para aqueles q irão dispor de uma boa companhia neste dia, talvez seja pra lá de especial, mais ñ quer dizer q tb ñ venha a ser para aqueles q passarão sozinhos. Bom, ñ vamos falar sobre esse assunto hj, ainda temos alguns dias pela frente para programar o q iremos fazer no próximo dia 12.

Com esse tempinho q está fazendo, pelo menos aqui no RJ, é mais do q propicio a comer alguma coisa gostosinha, quentinha, com um certo ar de nostalgia, aconchego, alguma coisa q seja definitivamente confortante. Na verdade basta diminuir a temperatura e cair uma chuvinha para q venhamos a ter essa vontade louca de comer alguma coisa "gostosa", mais junto também vem uma preguiçinha...

E para matar minha vontade, sem ter q me dar "tanto" trabalho, resolvi fazer um chocolate quente. Ñ, ñ peguei o achocolatado, misturei com o leite e esquentei no microondas, fiz o meu com carinho. Fervi o leite com um pedaço de canela em pau, um pouco dela em pó, um pedaçinho de gengibre e chocolate em pó. Tá bom, é bem simples, mais hj ñ tinha lá muita vontade de incrementar, dei meu toque pessoal juntando o gengibre e ao final um pouquinho de chantilly salpicado com canela e para acompanhar alguns cookies, daqueles comprados mesmo e aquecidos no forno, só para ficarem mais aconchegantes rsrs.

Q a semana comece sem a preguiçinha de hj...

 



Escrito por Paula Táboas às 20h10
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Vamos tomar um café?

Em dias de chuva ou até mesmo nos mais ensolarados, sentar-se para tomar um café, um chá ou o q quer q seja, já faz um bem incrível. Acompanhado de uma boa conversa então... Esteja só ou com mais alguém se dê o prazer de tirar alguns minutinhos do dia (um fim de tarde, ou inicio da noite) para pensar, ou quem sabe para deixar a mente livre dos problemas e maus pensamentos.

Se surgir um convite para um café, aceite. Aproveite e deixe com q as palavras surjam, q o clima se torne favorável e q o momento possa se degustado de maneira sutil e intensa.



Escrito por Paula Táboas às 21h34
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Decepção ñ mata, ensina a viver?

                                                                                  

     Nos dias atuais, com tanta modernização parece q já ñ dispomos do direito de sofrer por amor, por uma decepção, uma traição. É como se houvesse uma constante necessidade de q devemos esconder nossas dores e sentimentos, como se ao expor nossas mágoas estivéssemos tb mostrando nossa fragilidade e faltade maturidade. Será q estamos fadados a viver em eterna reclusão? Já ñ temos o direito de nos entregar a uma paixão? Aonde foi parar o romantismo? Onde está aquele amor q floresce como a primavera, q provoca o calor típico do verão? Será tão fácil assim manter o controle? A q ponto chegaremos se deixarmos nosso coração ser levado pelo poder da mente? Falando assim a impressão q fica é a de q sofremos por pura opção e ñ mais por sentimentos mal resolvidos, será q realmente será assim? Teremos esse total controle de julgar quando se é necessário sofre ou se abalar? Ñ, ñ vamos nos deixar dominar por esse mundo mesquino q nos prende cada vez mais a solidão. Q faz sufocar nossos desejos e sentimentos, q inibe nossas ações. Podemos sim sofrer por amor, por uma desilusão, mais q tenhamos tb forças para saber reconhecer nossos erros, levantar a cabeça e perceber q a vida segue, ou como dizem, q a fila anda.
Hj ñ quero deixar aqui apenas palavras, mais desejos de q tenhamos atitude suficiente para tomar o primeiro gole, dar o primeiro passo, sem q tenhamos receios ou medo do q virá adiante. Ñ vamos nos aprisionar nessa modernização q tenta dominar até mesmo nossos sentimentos. Vamos nos deixar entregar intensamente, mesmo q o momento seja breve, o q importa é q foi marcante enquanto durou.

                                                                                                  



Escrito por Paula Táboas às 22h58
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Mudança

          

 

           Diariamente enfrentamos constantes mudanças, sejam elas banais ou radicais. A verdade é q necessitamos de toda alteração que a vida nos propõe. De nada valeria se ao nos levantarmos da cama, tivéssemos a certeza de que nada seria diferente, que as coisas sairiam de acordo com nossos planos e expectativas. O que nos motiva é ter a certeza de que o dia de amanhã jamais será igual ao de hoje e muito menos como o de ontem.

Acordar e saber que a vida segue é inevitável, se deparar com a mudança é necessário, como uma questão de sobrevivência. Nada seriamos senão suportássemos as alterações sofridas a cada instante. Verdade que muito do que estamos vivendo neste momento deve-se ao fato de que anteriormente fizemos uma determinada escolha, atitude e até mesmo por palavras ditas com e sem intenção de um resultado posterior.

A palavra mudança tem certa amplitude em seu significado, porque podemos estar nos referindo a coisinhas ou alterações maiores e mais significativas. Quem nunca teve medo de encarar o desconhecido, de viver o inusitado, de tomar uma decisão ou de enfrentar novos desafios? Que atire a primeira pedra quem nunca passou por isso. Tenho certeza de que ninguém pode se dar ao luxo de dizer que vive intensamente sem medo algum do futuro, seja ele próximo ou não. Posso garantir que mesmo que seja um sentimento adormecido e tímido para muitos, todos em determinado momento da vida sente a sede de mudança seja ela relacionada ao amor, trabalho, carreira ou qualquer outro motivo que possa se fazer suficiente para nos deixar extasiados de satisfação.

Por mais assustador que possa parecer, a vida é e sempre será guiada por nossas expectativas e vontades de mudanças, cabe a nós fazer acontecer sem se preocupar com o que pode vir depois. É como sempre dizem: É melhor se arrepender do que se fez, do que se arrepender do que não tivemos oportunidade ou coragem de fazer.

 



Escrito por Paula Táboas às 22h17
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Escrito por Paula Táboas às 17h45
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Coisas que eu sei (Danni Carlos)


Eu quero ficar perto de tudo o que eu acho certo
Até o dia em que eu mudar de opinião
A minha experiência, meu pacto com a ciência
Meu conhecimento é minha distração

Coisas que eu sei
Eu adivinho sem ninguém ter me contado
Coisas que eu sei
O meu rádio-relógio mostra o tempo errado... aperte o ‘Play’

Eu gosto do meu quarto, do meu desarrumado
Ninguém sabe mexer na minha confusão
É o meu ponto de vista, não aceito turistas
Meu mundo tá fechado pra visitação

Coisas que eu sei
O medo mora perto das idéias loucas
Coisas que eu sei
Se eu for eu vou assim não vou trocar de roupa... é a minha lei

Eu corto os meus dobrados
Acerto os meus pecados
Ninguém pergunta mais... depois que eu já paguei
Eu vejo o filme
em pausas
Eu
imagino casas
Depois eu nem me lembro do que desenhei

Coisas que eu sei
Não guardo mais agendas no meu celular
Coisas que eu sei
Eu compro aparelhos que eu não sei usar... eu já comprei

As vezes dá preguiça
Na areia movediça
Quando mais eu deixo mais afundo
em mim
Eu
moro num cenário
Do lado imaginário
Eu entro e saio sempre quando eu to a fim

Coisas que eu sei
As noites ficam claras no raiar do dia
Coisas que eu sei
São coisas que antes somente eu não sabia... Agora eu sei



Escrito por Paula Táboas às 23h05
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Quando resolvi fazer novamente um blog, uma vez que o anterior me fez muito bem até certo ponto, de cara não queria transformá-lo num diário virtual. Nada contra, mais não sou muito de me expor, e sair pela net informando meus passos não seria algo meu, então resolvi mostrar aos amigos, curiosos e visitantes, alguns questionamentos sobre sentimentos e fatos corriqueiros, porém com valor e conteúdo. Pensei em compartilhar opiniões, curiosidades, mais até então tenho batido na mesma tecla e, o tema por mais que venha a dar voltas e voltas, sempre chega ao mesmo lugar: conflitos gerados e causados por sentimentos.

De fato é um tema que considero rico, e com muitas variáveis, uma vez que ninguém é igual ao outro, não compartilhamos as mesmas dores e formas de amar, somente passamos por situações similares. Conversando com uma amiga, percebi que todos nós mantemos as mesmas esperanças a respeito daquilo que consideramos ser o certo e o errado quando se trata de sentimento. De repente é como se tudo na vida girasse em torno do coração, será que de fato é assim? Será que estaremos sempre a procura de nossa cara metade, do que aos nosso olhos seria a perfeição? Aqui estou novamente falando de amor e, quando falo de amor, não me refiro apenas ao amor existente entre um homem e uma mulher, verdade seja dita que este mexe muito mais com nossa cabeça, mais do amor de uma maneira geral.

Assim como a maioria tenho meus receios, medo de ficar só. Penso na vida e no que ela me aguarda, observo as inconstâncias, vivo cada momento como se fosse o último, afinal nada dura para sempre. Tenho minhas vontades. Quero poder parar por alguns instantes e recordar dos momentos que vivi, poder sorrir com meus amigos, ser plena e me entregar num verdadeiro amor. Quero deixar a música me levar...

Mais uma vez me deixo levar, sigo meus instintos e inconscientemente volto a falar de amor. Espero não ser tão repetitiva ao longo desta jornada, quero apenas tentar entender um pouco mais os meus, os seus, os nossos conflitos internos e poder compartilhar as possíveis respostas no decorrer do caminho.

 



Escrito por Paula Táboas às 20h54
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A primeira vez a gente nunca esquece...

            É incrível como nós brasileiros e principalmente os cariocas, muitas vezes ñ damos o verdadeiro valor a melhor festa q temos em nosso país: o carnaval. Aproveitar esse período é o verdadeiro fascínio de quem mora fora do país e tem sido cada vez mais desvalorizado pelos próprios brasileiros, q buscam nessa época outras alternativas para fugir da folia. Uma grande parte tem seu refugio na região dos lagos, apesar das festas e blocos de rua q tb podem ser encontrados por lá, mais nenhum se compara com os q existem nas capitais. De fato para quem precisa de um bom descanso nada melhor do q correr da folia, mais para quem quer aproveitar a diversão é um desperdício ñ experimentar ao menos uma vez o verdadeiro carnaval de rua.

 Se alguém viesse me perguntar o q eu acho do carnaval no ano passado, sem duvida ñ teria uma resposta positiva, mais esse ano me deixei levar e experimentar o q levam centenas de pessoas as ruas para pular e cantar marchinhas q foram compostas quando nem sequer havíamos nascido. Entrei no clima, na verdade um tanto tímida, sem direito a fantasia, me permiti apenas um colar de flores, q logo retirei com o incomodo causado pelo calor q fazia e, um chapéu q mantive devido ao sol e a preguiça de ter q carrega-lo. A primeira impressão para mim ñ foi a das melhores, o lugar ñ estava cheio, mais simplesmente lotado, tb pudera, escolhi logo o Cordão do bola preta para a minha estréia, e a todo momento me perguntava o q eu estava fazendo ali rsrs. Mais ñ desisti e com toda a minha teimosia, fiz uma segunda tentativa, e essa valeu mais a pena. Como no primeiro dia, meu segundo bloco tb estava lotado, dessa vez era o bloco da Banda de Ipanema, mais nesse deu para dar boas gargalhadas. Confesso q se ñ fosse a companhia de uma super amiga, talvez ñ tivesse sido tão animado. É gostoso ver a animação das pessoas, as fantasias, a alegria, os excessos, o brilho q paira no ar, é como se naquele instante ninguém tivesse problema algum, e é essa magia q o carnaval consegue nos transmitir e contagiar até aqueles, como eu, q ao primeiro instante tem horror a toda essa agitação.

O mau tempo prejudicou um pouco, mais de forma geral essa primeira vez causou ótimas sensações. Ñ pensem q estou descriminando quem viaja, foge da agitação, ou q prefere se trancar em casa e esperar o feriado passar, como tb ñ estou dizendo q vou virar fã de carteirinha do carnaval, nem combina muito comigo rsrs, mais acredito q é o tipo de experiência pela qual pelo menos uma vez na vida devemos passar.

Então q no próximo ano possamos cada qual da sua maneira, sentir as sensações q essa época nos transmite, aproveitar o momento para se contagiar pela alegria e a esperança de q um dia o mundo possa ser uma grande festa...

                                                                             



Escrito por Paula Táboas às 22h52
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Odeio o que eu sinto

Odeio o quanto te amo, o quanto lhe desejo... Detesto sentir sua falta, esperar pelo toque do telefone, esperar por um sinal. Tenho me sentido tão vazia, tão só... Muito tenho questionado sobre a falta que você me faz. O quanto eu te queria ao meu lado. Sinto falta da sua companhia, de lhe ter por perto, sinto não te ter. Queria poder me libertar dessa sua ausência, mais não consigo, é mais forte do que eu. Queria poder dizer o quanto te amo e o quanto você me faz falta. Quero poder ter por quem viver, alguém com quem compartilhar a vida. Você me faz falta, não tenho como negar, só me resta tentar me libertar. Quero poder seguir sozinha, mais não consigo, não tenho forças. Te idealizo ao meu lado, do despertar ao adormecer, imagino o teu cheiro empreguinado em meu corpo e parece que você já não sai da minha mente. Já não sei bem o que sinto, penso estar chegando as vias da loucura, tenho medo de ficar completamente só, tenho medo de mim mesmo.

Em certos momentos parece que você vive em constante presença, mais em poucos instantes me deparo com a solidão que tem me acompanhado e, nesse momento creio que meus pensamentos já não se encontram em seu juízo perfeito. Cada vez mais perco o controle, meu corpo treme, transpiro, a boca seca e, o coração parece que vai parar, fico sem ar. Tenho receio de que não possa voltar a vida real e me encontrar presa a uma ilusão sem fim, temo não saber mais separar meus pensamentos da razão, não sei bem se a emoção que sinto está me dominando, ou será que estou sendo fraca o bastante para não saber distinguir meus sonhos do que de fato é real.

Desejo que um dia você apareça e, neste momento possa ter a certeza de que sonhar foi necessário para me afugentar da realidade cruel a qual estava presa. Mais tenho medo que isso só aconteça em minha mente e que ao acordar perceba que o que me resta é abrir os olhos, encarar a vida e ver que você não passou de sonho distante, do qual não poderei me esquecer, mais que também não poderei vivenciar.

Nesse momento não me importa mais o que vou fazer quando acordar, o que mais desejo agora é poder fechar os olhos e me acolher num mundo surreal onde meus sonhos e desejos são realidades, onde você me faz completamente feliz.

                                      



Escrito por Paula Táboas às 21h28
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Sensação de nostalgia

 Eu quero um dia assim, em que possa me doar em toda sua simplicidade, em que possa aproveitar os raios de sol, as nuvens e todas as formas que vão por surgir neste céu azul, que faz com que haja uma constante explosão de nostalgia dentro de mim.

Ah que sensação é essa que vem com o vento e toma meu peito de emoção. Que embriaga minha alma e me faz pensar no quanto a vida nos dá e no tanto q deixamos por passar.

A verdade é precisamos de tempo, para simplesmente não fazer nada, pensar na vida, no presente, no passado e no que o futuro nos aguarda. Precisamos de tempo para agir, para não deixar justamente o tempo que tanto queremos passar sem valor algum.

Quero poder acordar numa manhã de sol e ter certeza de que não estou deixando nada passar, de que terei poucas coisas pelas quais me arrepender e, se possível aprender com todos os meus erros e fracassos. Quero poder admirar a chuva que cai e ver que estou seguindo o caminho certo. Quero poder admirar um sorriso, sentir o calor e a certeza de que tudo vai dar certo e de que nada foi em vão.

A grande verdade nesta vida, é que vivemos da maneira que escolhemos viver, aproveitamos aquilo que julgamos merecer e sofremos pelo tempo que decidimos. Que a nostalgia me acompanhe e não me deixe esquecer de viver o presente como se ele fosse deixar de existir em questão de segundos, de forma que aproveite intensamente cada instante que ainda tenho.

 

 



Escrito por Paula Táboas às 19h54
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Expectativas...

Mais um ano acaba de começar e juntamente muitas expectativas de uma vida melhor, onde exista menos dor, e mais amor, música e poesia.  Começo esse ano com um certo receio, talvez seja medo do q me espera para 2008, onde minha mente borbulha  e meu coração explode de tanta confusão.

Quero acreditar q esse ano será melhor do q o q passou. Não tenho planos pré-definidos, só muita vontade de que as coisas tomem seu rumo certo e que minhas escolhas não me causem nenhuma dor que eu não possa superar rapidamente. Olhando para trás vejo que amadureci muito, não sei se as pessoas ao meu redor repararam na mudança, mais hoje me sinto muito mais segura do que estive em 2006, posso até me arriscar em dizer que estou a cada dia mais independente de tudo aquilo que tem me cercado. Ainda não posso dizer que dei adeus totalmente a menina que antes tinha tanta insegurança, mais fatos que achei que nunca poderia superar me fizeram ver que eu sou dona do meu destino e a decisão é exclusivamente minha sobre o caminho ao qual devo tomar.

É estranho dizer que essa mudança ocorreu de uma hora para a outra, mais as coisas quando tem de acontecer, acontecem sem marcar hora, local e até mesmo motivo. A única certeza de que tenho no momento é que tudo na vida é único e não é eterno, tudo tem um começo e um fim e, que muitas vezes não encontraremos as respostas exatas para as nossas mudanças.

Mudar é preciso e necessário, saber fazer a escolha certa é algo que só iremos aprender com os erros, sejam eles do passado ou do presente. Viver é sinônimo de passar por diversas experiências, enfrentar obstáculos, cair e levantar e, acima de tudo não perder a motivação de sonhar, de enxergar que se é capaz de seguir em frente.

Nesse diário virtual, a partir de hoje, estarei compartilhando meu ponto de vista, sobre os sentimentos que nos atormentam a mente, dos receios aos prazeres de uma vida.



Escrito por Paula Táboas às 02h37
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"Há pessoas que nos falam e
nem as escutamos;
há pessoas que nos ferem e
nem cicatrizes deixam.
Mas há pessoas que, simplesmente,
aparecem em nossa vida e
que marcam para sempre...”

 

Cecília Meireles

 



Escrito por Paula Táboas às 21h48
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